sábado, abril 18, 2015

O SIGNIFICADO DO SIMBOLO @RROB@

Na Idade Média, os livros eram escritos pelos copistas à mão. Precursores da taquigrafia, eles simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava naquele tempo). O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram caríssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um “m” ou um “n”) que tornava nasal a vogal anterior. Um til é um “enezinho” sobre a letra, pode olhar.
O nome espanhol Francisco (que também era escrito “Phrancisco”) ficou com a abreviatura “Phco.” e “Pco”. Daí foi fácil todo Francisco ganhar, em Espanhol, o apelido de “Paco”.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um acontecimento significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de “Jesus Christi Pater Putativus”, ou seja, o “Pai Putativo (suposto) de Jesus Cristo”. Mais tarde, os copistas passaram a adotar a abreviatura “JHS PP” e, depois, somente “PP”. A pronúncia dessas letras, em sequência, explica porque José em Espanhol tem o apelido de “Pepe”.
Já para substituir a palavra latina “et” (e), os copistas criaram este símbolo, que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como “e comercial” e. em Inglês, tem o nome de “ampersand”, que vem do “and”  (“e” em Inglês) + “per se” (do latim por si) + “and”.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de duas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina “ad”, que tinha, entre outros, o sentido de “casa de”. Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro contábil “103″ significava “10 unidades ao preço de 3 libras cada uma”. Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês como “at” (“a” ou “em”).
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contábeis dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (“a” ou “em”), acharam que o símbolo era uma unidade de peso. Para esse entendimento contribuíram duas coincidências:
1 - A unidade de peso dos espanhóis, na época, era a arroba, cujo “a” inicial lembra a forma do símbolo.
2 - Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de “10@£3″ assim : “dez arrobas custando 3 libras cada uma”. Então o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
A palavra “arroba” vem do árabe “ar-ruba”, que significa “a quarta parte”. Uma arroba (15 kg em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe, o “quintar” (o quintal), equivalente a 58,75 kg.
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (O escritor Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados). O teclado tinha o símbolo @, que sobreviveu nos teclados dos atuais computadores.
Em 1971, ao desenvolver o primeiro programa de correio eletrônico (“e-mail”), Roy Tomlinson aproveitou o sentido @ (“at”), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim, “fulano@provedor X” ficou significando “fulano no provedor X”. Em diversos idiomas, o símbolo @ ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. Em Italiano, chama-se “chiocciola” (caracol), em Sueco “snabel” (tromba de elefante) e, em Holandês, “apestaart” (rabo de macaco). Em outros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: “shtrudel”, em Israel, “strudel”, na Áustria e “pretzel” em vários outros países europeus.
(Do livro: “A Casa da Mãe Joana”  de Reinaldo Pimenta – Editora Campus)

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Leituras Recomendadas

Montagem de Micros - Gabriel Torres - 2ª Ed - Editora NovaTerra - 2013

sábado, setembro 21, 2013

PREMIAÇÕES NA MEP

Aconteceu nos dias 11, 12 e 13 de setembro a Mostra anual de trabalhos das Escolas Técnicas da região. Os cursos técnicos do Maria Rocha participaram com 4 trabalhos nas áreas de Contabilidade, Informática e Secretariado. Dos 4 trabalhos, 3 foram premiados. Parabéns aos alunos e professores que se envolveram,  trabalharam e participaram, e em especial aos que foram premiados. Representaram muito bem a nossa Escola.
Os trabalhos premiados participarão na mostra estadual em Porto Alegre nos próximos dias.


terça-feira, março 26, 2013

VIAGEM AO CÉREBRO

Confira no Endereço:
http://www.alz.org/brain_portuguese/ 

SONHADOR

Sou um sonhador incorrigível, e as dificuldades não me assustam, porque antes do problema existe um desejo, antes da montanha, a vontade de transpô-la, e diante do grande rio, a certeza da travessia.
Sim, sou um sonhador incorrigível, e os problemas não me afetam como antes, aprendi a trabalhar cada um com a minha capacidade,
capacidade que cresce a cada problema solucionado, assim, meus sonhos ficam cada dia mais reais, mais vivos, mais palpáveis.
Sim, eu acredito no amor, na eternidade do amor, desde o amor fraterno, que nos liga na amizade, e faz com que tenhamos amigos que são irmãos, e irmãos que são verdadeiros amigos, e o amor que une duas pessoas, às vezes totalmente diferentes.
Por isso, sou um sonhador incorrigível, porque acredito piamente na capacidade, que todo ser humano carrega em si de superar-se.
Hoje, não é apenas mais um dia que surge, mas uma verdadeira oportunidade de realizar sonhos, nem que seja apenas mais uma pecinha naquele enorme quebra cabeças de 3000 pedacinhos, que só vai completar, quando encaixarmos todas as peças, uma por uma, com paciência e dedicação, e os nossos sonhos pedem dedicação e tempo.
Seja também um sonhador incorrigível e vença pela insistência em ser feliz.
                                                          (Paulo Roberto Gaefke)

BIBLIOGRAFIA PARA O TÉCNICO DE INFORMÁTICA

- MORIMOTO, Carlos E. Hardware II, o guia definitivo. São Paulo: Sul Editores, 2010. 1086 p. http://www.hardware.com.br/livros/hardware-ii
- MORIMOTO, Carlos E. Redes, guia prático. Porto Alegre: Sul Editores, 2010. 55 p.http://www.hardware.com.br/livros/redes/